Saber vender a própria imagem é uma habilidade fundamental no mundo dos negócios. Hoje a competitividade é tão intensa que já não basta ser apenas bom naquilo que se faz.
Você precisa ser excelente ao vender o seu talento para as pessoas, ou elas talvez não descubram sozinhas; o seu valor.
Eis alguns princípios psicológicos que podem ser usados para tornar qualquer um irresistível:
- A lei da reciprocidade, se uma pessoa nos dá algo temos que retribuir.
- A lei da comparação. Nossos julgamentos se relacionam com experiências previas. Se estiver visando uma promoção, dê um jeito de marcar a sua entrevista logo depois de alguém que, em sua opinião, não tem a menor chance e, maximize as suas.
- A lei do neteworking. Quando quiser trocar de emprego ou arranjar um, peça a alguém influente e que faça parte da sua rede de relacionamentos para dar um telefonema a seu favor.
- A lei da escassez. Se queremos alguma coisa e sabemos que ela não está disponível, passamos a querê-la com maior intensidade (por exemplo, trabalhar em uma determinada empresa). A receita é dar uma de difícil e aumentar o seu ibope.
- A Lei da autoridade. O seu grau de irresistibilidade aumenta se você for um expert em liderança, gestão, trabalho em equipe ou qualquer outra competência além de sua especialidade técnica.
‘Rocha & Coelho’
Blog de opinião pessoal, critica, independente e rigorosa em termos de analise problematica das questões. Convidados a participar cidadãos com um pensamento livre e descomprometido com obrigações de seguidismo politico, social ou religioso. Aqui, neste espaço, cada um continua a ter as suas opções pessoais, de forma livre. Cada um sabe de si!!!
segunda-feira, 17 de março de 2008
RECRUTAMENTO ELETRONICO
Se você ainda tem duvidas de que a Internet veio para facilitar a vida das pessoas, veja o resultado de uma pesquisa consumida pelo instituto americano Ilogos Research, informando que 91% das 500 maiores empresas do mundo, listadas pela revista Fortune, fazem recrutamentos online.
Hoje, esta prática também é adotada pelas empresas de consultoria, as quais disponibilizam seus sites ou email’s para recrutar profissionais para diversas áreas.
Não perca tempo, selecione empresas onde gostaria de trabalhar e envie o seu Curriculum Vitae, procurando elaborá-lo de forma sucinta mais enumerando as suas principais competências e atribuições nos cargos e empresas onde trabalhou.
Lembre-se que a analise do Curriculum Vitae é o primeiro passo de um processo seletivo.
‘Rocha & Coelho’
Hoje, esta prática também é adotada pelas empresas de consultoria, as quais disponibilizam seus sites ou email’s para recrutar profissionais para diversas áreas.
Não perca tempo, selecione empresas onde gostaria de trabalhar e envie o seu Curriculum Vitae, procurando elaborá-lo de forma sucinta mais enumerando as suas principais competências e atribuições nos cargos e empresas onde trabalhou.
Lembre-se que a analise do Curriculum Vitae é o primeiro passo de um processo seletivo.
‘Rocha & Coelho’
PREVENÇÃO DE QUEDAS EM IDOSOS
Queda é um evento freqüente e limitante, sendo considerado um marcador de declínio na saúde dos idosos.
O risco de cair aumenta significativamente com o avançar da idade. No Brasil, cerca de 29% dos idosos caem ao menos uma vez ao ano, e 13% caem de forma recorrente. Os acidentes são a quinta causa de morte entre os idosos e as quedas respondem por dois terços das mortes acidentais.
Por que os idosos caem mais? Porque são acometidos por várias doenças ao mesmo tempo associadas ao declínio funcional que acompanham o envelhecimento, tornando uma queda leve algo potencialmente perigoso entre os idosos.
O que podemos fazer para diminuir o risco de quedas entre os idosos? Primeiro devemos identificar os idosos com maior risco de quedas. Isto pode ser feito pelo Geriatra numa simples consulta médica. Depois, devemos seguir algumas condutas. Tais como:
- Incentivar a prática de atividade física para fortalecimento muscular;
- Orientar o uso de dispositivos de auxilio à marcha, como, por exemplo, bengalas, muletas, andadores, entre outros;
- Corrigir déficit visual, procurando oftalmologista;
- Corrigir déficit auditivo, consultando otorrinolaringologista;
- Ter cautela no uso de medicamentos com ação em sistema nervoso central, como os calmantes, soníferos e antidepressivos, etc;
Por fim, modificações no ambiente do idoso, algo que pode ser feito pelo Terapeuta Ocupacional, que é um profissional habilitado para tal.
Todas essas condutas são de suma importância no intuito de evitarmos o evento que mais traz repercussões negativas na vida de um idoso, que são as quedas.
‘Glauco Herberth Maia de Almeida – Geriatra’
O risco de cair aumenta significativamente com o avançar da idade. No Brasil, cerca de 29% dos idosos caem ao menos uma vez ao ano, e 13% caem de forma recorrente. Os acidentes são a quinta causa de morte entre os idosos e as quedas respondem por dois terços das mortes acidentais.
Por que os idosos caem mais? Porque são acometidos por várias doenças ao mesmo tempo associadas ao declínio funcional que acompanham o envelhecimento, tornando uma queda leve algo potencialmente perigoso entre os idosos.
O que podemos fazer para diminuir o risco de quedas entre os idosos? Primeiro devemos identificar os idosos com maior risco de quedas. Isto pode ser feito pelo Geriatra numa simples consulta médica. Depois, devemos seguir algumas condutas. Tais como:
- Incentivar a prática de atividade física para fortalecimento muscular;
- Orientar o uso de dispositivos de auxilio à marcha, como, por exemplo, bengalas, muletas, andadores, entre outros;
- Corrigir déficit visual, procurando oftalmologista;
- Corrigir déficit auditivo, consultando otorrinolaringologista;
- Ter cautela no uso de medicamentos com ação em sistema nervoso central, como os calmantes, soníferos e antidepressivos, etc;
Por fim, modificações no ambiente do idoso, algo que pode ser feito pelo Terapeuta Ocupacional, que é um profissional habilitado para tal.
Todas essas condutas são de suma importância no intuito de evitarmos o evento que mais traz repercussões negativas na vida de um idoso, que são as quedas.
‘Glauco Herberth Maia de Almeida – Geriatra’
OUVIR AS ESTRELAS
"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo Perdeste o senso!" e eu vos direi, no entanto, Que para ouvi-las, muita vez desperto E abro a janela, pálido de espanto... E conversamos toda a noite, enquanto A via Láctea, como um pálio aberto, Cintila. E, ao vir o sol, saudoso e em pranto, Inda as procuro no céu deserto. Direis agora: "Tresloucado amigo! Que conversas com elas? Que sentido Tem o que dizem, quando estão contigo?" E eu vos direi: "Amai para entendê-las! Pois só quem ama pode ter ouvido Capaz de ouvir e entender estrelas."
Olavo Bilac
Olavo Bilac
ORGANIZE A SUA AGENDA
Hoje o maior problema na vida das pessoas é a falta de tempo, parece que o tempo esta diminuindo, é comum ouvirmos isto. Para na ficarmos estressados devemos organizar a nossa agenda.
Concentre-se no que é realmente importante para o trabalho. mas não confunda importância com urgência.
Há milhares de pequenas interrupções cotidianas que aparentemente exigem a sua atenção, mas acabam roubando o seu tempo. Para separar o que é importante do que pode ser deixado para trás mais tarde (ou delegado), organize uma lista de prioridades para o seu dia a dia de trabalho.
Seja objetivo e não encha a sua agenda com dezenas de compromissos, sob o risco de se sentir frustrado no fim do dia.
‘Rocha & Colelho’
Concentre-se no que é realmente importante para o trabalho. mas não confunda importância com urgência.
Há milhares de pequenas interrupções cotidianas que aparentemente exigem a sua atenção, mas acabam roubando o seu tempo. Para separar o que é importante do que pode ser deixado para trás mais tarde (ou delegado), organize uma lista de prioridades para o seu dia a dia de trabalho.
Seja objetivo e não encha a sua agenda com dezenas de compromissos, sob o risco de se sentir frustrado no fim do dia.
‘Rocha & Colelho’
ONDE ESTAO DESTA VEZ OS NEGROS CATIVOS – II
“O que nos resta será fazer uma vida miserável de nacão supersubdesenvolvida”
Voltou ontem o Sr. Thomecroft da viagem que empreendeu ao Paquistão, à Índia e ao Ceilão. A missão que levou do gabinete consistia em ouvi-los acerca da participação da cabeça do casal no Mercado Comum. Manifestaram-se esses três Estados-membros contrários à presença da sua metrópole ao lado dos seis. Alimenta o povo da Inglaterra uma particular estima pela Austrália e Nova Zelândia, que se bateram nas duas guerras com denodo ao lado do exercito metropolitano.
Estamos há quatro meses lendo aqui a repercussão que teve no Canadá e nas outras partes da Comunidade britânica o possível ingresso da Inglaterra no Mercado Comum. E debate de um vigor polemístico, o qual desperta inveja a todos nós brasileiros, que estamos como carneiros nas mãos dos Seis magarefes da Europa continental. No tentou idéia de ter visto maior apatia do que o Rio e São Paulo apresentaram, quando discuti no Senado a incorporação do Mercado Comum. Supus que reagiríamos pelo menos academicamente através de um movimento dos outros. Estados do hemisfério, também feridos pelo golpe da Europa ocidental.
Eu havia conhecido o Sr. Pinay em Paris. Ele esteve no Rio e lhe mostraram as palavras que eu havia dito no Congresso. Como tinha e tenho admiração pelo seu enorme talento parlamentar e administrativo, quis oferecer-lhe um almoço e para este convidei amigos capazes de discutir a posição do Brasil diante do Mercado Comum.
Foi o almoço um debate onde a nossa posição ficou bem defendida. Aquela seria uma das poucas manifestações em face das conseqüências da medida discriminativa contra a América Latina.
Tomaram os nossos compatriotas o mecanismo aduaneiro dos Seis como águas de flor de laranja. Não se fez maior caso de um acordo que representava esta conclusão para o Brasil se quisermos insistir em vender para os países do Mercado Comum devemos dobrar-nos aos preços africanos plus 14,6% a mais nas despesas de entrada nos países signatários. Da medida discriminatória.
Aqui chegamos ao ponto crítico da imposição à produção tropical brsileira.
Pergunta-se: encontram-se os artigos exportáveis nacionais em condições de competir com os similares africanos em qualquer mercado do mundo? Basta tomar café robusta que os asiáticos vendem, com bela apresentação,muito bem cantado, por preços abaixo de 30 centavos. A prova da superioridade das cotações do continente negro temo-la no êxito da ofensiva feita há dois anos em Buenos Aires para arrebentar-nos o suprimento de café que tínhamos a vida inteira do mercado argentino.
Se há seis nos quase tudo que o Brasil exportou era gravoso, imagine-se agora depois dos aumentos de salários, transportes, taxas de juros, impostos, etc.
Para que possamos enfrentar a produção da África na Europa dos Seis na Inglaterra, temos que trabalhar dentro de um regime de escravos. Será indispensável cortar sessenta ou cinqüenta por cento das despesas internas do homem brasileiro, a fim de que ele venha a suportar a competição dos seus concorrentes favorecidos pelos interesses da Europa Ocidental. Não vejo que o Brasil, com a animosidade que manifesta todo o dia contra os Estados Unidos, consiga viver sem a Europa. E, se os egípcios voltaram à Inglaterra
penitentes com o seu algodão na mão, por que o Brasil não haverá de querer vender o que ele tradicionalmente colocava em Londres, Paris, Hamburgo, Amesterdam, Antuérpia e Genova?
A nossa sorte está tirada. Para não perder consumidores da importância dos seis, o que nos resta será fazer uma vida miserável de naco superdesenvolvida. Desta vez os negros cativos não estão mais em Angola nem em Moçambique, mas do lado do Oceano Atlântico, que banha grande parte do continente de Colombo. Acabou-se a vida de servidão dos negros de África. Daqui por diante os negros cativos, condenados ao eito, somos nós.
A calamidade que vem de abater-se em cima do Brasil, chega numa hora dessas: o cacau a 19 centavos e o café que nas vésperas da depressão de 29, valia 27 centavos, hoje vale 35. não é possível dizer mais nada do holocausto nacional.
Tudo que é produto agrário é cotado de maneira vil, enquanto as classes liberais e o proletariado brasileiro pedem cada vez mais aumentos de ordenados e salários.
‘Assis Chateaubriand – artigo publicado em 27 de Julho de 1961’
Voltou ontem o Sr. Thomecroft da viagem que empreendeu ao Paquistão, à Índia e ao Ceilão. A missão que levou do gabinete consistia em ouvi-los acerca da participação da cabeça do casal no Mercado Comum. Manifestaram-se esses três Estados-membros contrários à presença da sua metrópole ao lado dos seis. Alimenta o povo da Inglaterra uma particular estima pela Austrália e Nova Zelândia, que se bateram nas duas guerras com denodo ao lado do exercito metropolitano.
Estamos há quatro meses lendo aqui a repercussão que teve no Canadá e nas outras partes da Comunidade britânica o possível ingresso da Inglaterra no Mercado Comum. E debate de um vigor polemístico, o qual desperta inveja a todos nós brasileiros, que estamos como carneiros nas mãos dos Seis magarefes da Europa continental. No tentou idéia de ter visto maior apatia do que o Rio e São Paulo apresentaram, quando discuti no Senado a incorporação do Mercado Comum. Supus que reagiríamos pelo menos academicamente através de um movimento dos outros. Estados do hemisfério, também feridos pelo golpe da Europa ocidental.
Eu havia conhecido o Sr. Pinay em Paris. Ele esteve no Rio e lhe mostraram as palavras que eu havia dito no Congresso. Como tinha e tenho admiração pelo seu enorme talento parlamentar e administrativo, quis oferecer-lhe um almoço e para este convidei amigos capazes de discutir a posição do Brasil diante do Mercado Comum.
Foi o almoço um debate onde a nossa posição ficou bem defendida. Aquela seria uma das poucas manifestações em face das conseqüências da medida discriminativa contra a América Latina.
Tomaram os nossos compatriotas o mecanismo aduaneiro dos Seis como águas de flor de laranja. Não se fez maior caso de um acordo que representava esta conclusão para o Brasil se quisermos insistir em vender para os países do Mercado Comum devemos dobrar-nos aos preços africanos plus 14,6% a mais nas despesas de entrada nos países signatários. Da medida discriminatória.
Aqui chegamos ao ponto crítico da imposição à produção tropical brsileira.
Pergunta-se: encontram-se os artigos exportáveis nacionais em condições de competir com os similares africanos em qualquer mercado do mundo? Basta tomar café robusta que os asiáticos vendem, com bela apresentação,muito bem cantado, por preços abaixo de 30 centavos. A prova da superioridade das cotações do continente negro temo-la no êxito da ofensiva feita há dois anos em Buenos Aires para arrebentar-nos o suprimento de café que tínhamos a vida inteira do mercado argentino.
Se há seis nos quase tudo que o Brasil exportou era gravoso, imagine-se agora depois dos aumentos de salários, transportes, taxas de juros, impostos, etc.
Para que possamos enfrentar a produção da África na Europa dos Seis na Inglaterra, temos que trabalhar dentro de um regime de escravos. Será indispensável cortar sessenta ou cinqüenta por cento das despesas internas do homem brasileiro, a fim de que ele venha a suportar a competição dos seus concorrentes favorecidos pelos interesses da Europa Ocidental. Não vejo que o Brasil, com a animosidade que manifesta todo o dia contra os Estados Unidos, consiga viver sem a Europa. E, se os egípcios voltaram à Inglaterra
penitentes com o seu algodão na mão, por que o Brasil não haverá de querer vender o que ele tradicionalmente colocava em Londres, Paris, Hamburgo, Amesterdam, Antuérpia e Genova?
A nossa sorte está tirada. Para não perder consumidores da importância dos seis, o que nos resta será fazer uma vida miserável de naco superdesenvolvida. Desta vez os negros cativos não estão mais em Angola nem em Moçambique, mas do lado do Oceano Atlântico, que banha grande parte do continente de Colombo. Acabou-se a vida de servidão dos negros de África. Daqui por diante os negros cativos, condenados ao eito, somos nós.
A calamidade que vem de abater-se em cima do Brasil, chega numa hora dessas: o cacau a 19 centavos e o café que nas vésperas da depressão de 29, valia 27 centavos, hoje vale 35. não é possível dizer mais nada do holocausto nacional.
Tudo que é produto agrário é cotado de maneira vil, enquanto as classes liberais e o proletariado brasileiro pedem cada vez mais aumentos de ordenados e salários.
‘Assis Chateaubriand – artigo publicado em 27 de Julho de 1961’
O TEU CABELO
Mesmo quando adormeces tão cansada
O teu cabelo não repousa mas continua
Instala durante as horas da madrugada
Uma montanha no alcatrão da tua rua
Há nele toda a força dum compêndio
Transporta várias lições de geografia
Umas vezes tem o fogo dum incêndio
Noutras há nele a chuva e a neve fria
Tudo depende do estado da humidade
Os ventos, as altas e as baixas pressões
Entre madeixas que existem na verdade
E o relevo criado nas minhas emoções
Aos poucos o mundo passa ao cinzento
Tempo pleno de sombras e de segredos
O teu cabelo está sempre em movimento
Na carícia tenho o clima entre os dedos
Im Blog Aspirina B
O teu cabelo não repousa mas continua
Instala durante as horas da madrugada
Uma montanha no alcatrão da tua rua
Há nele toda a força dum compêndio
Transporta várias lições de geografia
Umas vezes tem o fogo dum incêndio
Noutras há nele a chuva e a neve fria
Tudo depende do estado da humidade
Os ventos, as altas e as baixas pressões
Entre madeixas que existem na verdade
E o relevo criado nas minhas emoções
Aos poucos o mundo passa ao cinzento
Tempo pleno de sombras e de segredos
O teu cabelo está sempre em movimento
Na carícia tenho o clima entre os dedos
Im Blog Aspirina B
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