o poema que se lê
é tábua de aproximação
o poema publicado: trato caduco,
que junto ao poeta já está mudado:
mesmo que não o mude a letra,
mesmo que não o mude a rima,
que não mais o toque,
por respeito ao senhor editor,
por respeito ao senhor leitor,
ao senhor pesquisador
ao senhor louvor:
mesmo que o poeta
assine a convenção do texto
pronto (para o mercado?)
ou mesmo abandone o texto,
a pretexto de acabado,
o poema disporá da hora
de ser outra vez revelado
se outra voz o adota
Aleilton Fonseca
Blog de opinião pessoal, critica, independente e rigorosa em termos de analise problematica das questões. Convidados a participar cidadãos com um pensamento livre e descomprometido com obrigações de seguidismo politico, social ou religioso. Aqui, neste espaço, cada um continua a ter as suas opções pessoais, de forma livre. Cada um sabe de si!!!
quinta-feira, 10 de abril de 2008
TEMPO DE BEIJAR
“Cientistas dizem que beijo aumenta batimentos cardíacos de 70 para 150 e ainda melhora a oxigenação do sangue”
Quem é que não gosta de um beijo, daqueles de tirar o fôlego e que faz o coração bater mais forte? Com certeza, esses segundinhos (ou minutinhos) arrebatadores já fizeram você esquecer o resto do mundo. O beijo, que aparenta ser um ato simples, é responsável por uma avalanche de sentimentos e reações no organismo humano.
E sem essa manifestação de carinho é impossível namorar ou amar alguém de verdade”.
Existe uma explicação cientifica para o beijo, que proporcionava sensações tão agradáveis. Através dele, o ser humano liberta seus neurotransmissores com substancias químicas que transmitem mensagens ao corpo – provocando um estado de leveza física e emocional. Quando duas pessoas se beijam, a hipófise, o tálamo e o hipotálamo trabalham juntos na libertação dessas substancias. Ocorre assim a “química do beijo”, que exige um preparo, um tempero entre o casal, sem os quais os neurotransmissores cerebrais não funcionam.
Quando alguém se apaixona seu organismo é atacado por varias substancias, dentre elas a feniletilamina. Uma simples troca de olhar, um aperto de mão ou beijo apaixonado podem desencadear a produção de feniletilamina. Há mais de 100 anos que os cientistas conhecem esta substancia, mas só cientistas conhecem esta substancia, mas só recentemente é que os doutores Donld F. Klein e Michael Lebowitz, do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova Iorque descobriram a relaço entre feniletilamina e o amor. Eles sugeriram que o cérebro de uma pessoa apaixonada contém grandes quantidades de feniletilamina, e que esta substancia poderia ser a responsável, em grande parte, pelas sensações e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados.
A dopamina também é um importante neurotransmissor que guarda relação com a emoção amorosa. A euforia, a insônia, a perda de apetite, o pensamento obsessivo de quem ama, estão diretamente relacionados com os níveis de dopamina. A dopamina também, de alguma forma, está relacionada com as endorfinas, que são morfinas naturais fabricadas pelo cérebro. Elas são as drogas do prazer, seja o prazer sexual, seja o prazer da emoção amorosa. O beijo também está relacionado com os nossos sentidos. Durante o beijo visualizamos a pessoa amada mais de perto, amada mais de perto, sentimos o seu cheiro, sentimos o seu gosto e tocamos uma das partes mais sensíveis no nosso corpo, os lábios.
Tipos de beijos
Beijo comprido esquerdo
Usual na Índia. Segue carinhosamente o canto da boca. É um bom beijo de entrada para quase todos os beijos.
Rodin
É o mais perfeito de todos. Nele existe pureza, ternura, sensualidade, proteção e ambos os amntes desejavam o beijo.
Frontal com ponta
A ponta da língua faz movimentos para cima e para baixo lentamente, podendo tocar as gengivas.
Inferior com mordida superior que desliza
Vem da Índia. Uma boca beija o lábio superior, enaqunto a outra morde levemente o inferior. Uma das modalidades do beijo que os homens japoneses davam nas gueijas.
Beijo anestesia
Pressionar fortemente a língua na gengiva da outra pessoa. Peça para ela respirar profundamente. O céu da boca ficará anestesiado.
Beijo vampiro
Ela gosta de deixar marcas de suas investidas e, em geral, utiliza os dentes nos lábios e nas regiões em torno da boca.
Selo seco esquerdo
Um selo estalado no canto esquerdo da boca. Pode variar para o selo molhado com ponta, com a introdução da língua.
Músculos
Durante um beijo são mobilizados 29 músculos, sendo 17 linguais. Os batimentos cardíacos podem aumentar de 70 para 150, melhorando a oxigenação do sangue, o que mostra que o beijo tem também benefícios para o coração.
Substancias
No beijo há uma considerável troca de substancias, 9 miligramas de água, 0,7 decigramas de albumina, 0,8 miligramas de matérias gordurosas, 0,5 miligramas de sais minerais, sem falar em outras 18 substancias orgânicas, cerca de 250 bacterias, e uma grande quantidade de vírus.
In: C.P.
Quem é que não gosta de um beijo, daqueles de tirar o fôlego e que faz o coração bater mais forte? Com certeza, esses segundinhos (ou minutinhos) arrebatadores já fizeram você esquecer o resto do mundo. O beijo, que aparenta ser um ato simples, é responsável por uma avalanche de sentimentos e reações no organismo humano.
E sem essa manifestação de carinho é impossível namorar ou amar alguém de verdade”.
Existe uma explicação cientifica para o beijo, que proporcionava sensações tão agradáveis. Através dele, o ser humano liberta seus neurotransmissores com substancias químicas que transmitem mensagens ao corpo – provocando um estado de leveza física e emocional. Quando duas pessoas se beijam, a hipófise, o tálamo e o hipotálamo trabalham juntos na libertação dessas substancias. Ocorre assim a “química do beijo”, que exige um preparo, um tempero entre o casal, sem os quais os neurotransmissores cerebrais não funcionam.
Quando alguém se apaixona seu organismo é atacado por varias substancias, dentre elas a feniletilamina. Uma simples troca de olhar, um aperto de mão ou beijo apaixonado podem desencadear a produção de feniletilamina. Há mais de 100 anos que os cientistas conhecem esta substancia, mas só cientistas conhecem esta substancia, mas só recentemente é que os doutores Donld F. Klein e Michael Lebowitz, do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova Iorque descobriram a relaço entre feniletilamina e o amor. Eles sugeriram que o cérebro de uma pessoa apaixonada contém grandes quantidades de feniletilamina, e que esta substancia poderia ser a responsável, em grande parte, pelas sensações e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados.
A dopamina também é um importante neurotransmissor que guarda relação com a emoção amorosa. A euforia, a insônia, a perda de apetite, o pensamento obsessivo de quem ama, estão diretamente relacionados com os níveis de dopamina. A dopamina também, de alguma forma, está relacionada com as endorfinas, que são morfinas naturais fabricadas pelo cérebro. Elas são as drogas do prazer, seja o prazer sexual, seja o prazer da emoção amorosa. O beijo também está relacionado com os nossos sentidos. Durante o beijo visualizamos a pessoa amada mais de perto, amada mais de perto, sentimos o seu cheiro, sentimos o seu gosto e tocamos uma das partes mais sensíveis no nosso corpo, os lábios.
Tipos de beijos
Beijo comprido esquerdo
Usual na Índia. Segue carinhosamente o canto da boca. É um bom beijo de entrada para quase todos os beijos.
Rodin
É o mais perfeito de todos. Nele existe pureza, ternura, sensualidade, proteção e ambos os amntes desejavam o beijo.
Frontal com ponta
A ponta da língua faz movimentos para cima e para baixo lentamente, podendo tocar as gengivas.
Inferior com mordida superior que desliza
Vem da Índia. Uma boca beija o lábio superior, enaqunto a outra morde levemente o inferior. Uma das modalidades do beijo que os homens japoneses davam nas gueijas.
Beijo anestesia
Pressionar fortemente a língua na gengiva da outra pessoa. Peça para ela respirar profundamente. O céu da boca ficará anestesiado.
Beijo vampiro
Ela gosta de deixar marcas de suas investidas e, em geral, utiliza os dentes nos lábios e nas regiões em torno da boca.
Selo seco esquerdo
Um selo estalado no canto esquerdo da boca. Pode variar para o selo molhado com ponta, com a introdução da língua.
Músculos
Durante um beijo são mobilizados 29 músculos, sendo 17 linguais. Os batimentos cardíacos podem aumentar de 70 para 150, melhorando a oxigenação do sangue, o que mostra que o beijo tem também benefícios para o coração.
Substancias
No beijo há uma considerável troca de substancias, 9 miligramas de água, 0,7 decigramas de albumina, 0,8 miligramas de matérias gordurosas, 0,5 miligramas de sais minerais, sem falar em outras 18 substancias orgânicas, cerca de 250 bacterias, e uma grande quantidade de vírus.
In: C.P.
TALVEZ
Tal vez, oh mar, mi voz ya esté cansada
y le empiece a faltar aquella transparencia,
aquel arranque igual al tuyo, aquello
que era tan parecido a tu oleaje.
Han pasado los años por mí, sus duras olas
han mordido la piedra de mi vida,
y al viento de este ocaso playero ya la miro
doblándose en las húmedas arenas.
Tú, no; tú sigues joven, con esa voz de siempre
y esos ojos azules renovados
que ven hundirse, insomnes, las edades.
Rafael Alberti
y le empiece a faltar aquella transparencia,
aquel arranque igual al tuyo, aquello
que era tan parecido a tu oleaje.
Han pasado los años por mí, sus duras olas
han mordido la piedra de mi vida,
y al viento de este ocaso playero ya la miro
doblándose en las húmedas arenas.
Tú, no; tú sigues joven, con esa voz de siempre
y esos ojos azules renovados
que ven hundirse, insomnes, las edades.
Rafael Alberti
SUSTENTABILIDADE URBANA
Há um fato que deveria estar presente nos corações e mentes de presidentes de câmara e legisladores: o modelo insustentável de crescimento adotado pelas nossas cidades. Este modelo consome os recursos naturais á exaustão e leva á extinção da biodiversidade. Ele vai inexoravelmente sufocando a natureza com asfalto, prédios e concretos. A ocupação humana parece faina de saúva, de formiga-roça: devora a vegetação natural e, por outro lado, asfixia a biodiversidade ao preencher os espaços com asfalto e concreto, e, sobretudo, com construções verticais descomunais.
A consciência dessa remissa, ou seja, de que há um modelo de crescimento que sufoca a natureza e que leva à insustentabilidade ambiental urbana, faria com que os gestores e legisladores viabilizassem antídotos, disponíveis numa política de preservação do maior numero possível de espaços vazios para transformá-los em áreas verdes, praças, parques, áreas de lazer, bulevares, centros culturais ou outras soluções para o uso coletivo da população. Os planos diretores deveriam ser categóricos quanto à preservação dos espaços vazios e criação de áreas verdes para uma melhor qualidade de vida nas cidades. O ideal seria que o espaço urbano fosse intercalado por extensas áreas arborizadas, locais para caminhadas, ciclovias, lagos, anfiteatros, pontos para contemplação, etc. é sabido que uma área arborizada torna o lugar mais agradável. As árvores trazem sombreamento. Elas purificam o ar, melhoram a estética da paisagem, atraem pássaros e atenuam, sobretudo, a poluição sonora. A criação de extensas áreas verdes é, portanto, a forma de estancar o modelo de crescimento insustentável nas cidades.
Valorização do espaço
Há de se considerar que os recursos naturais valorizam o espaço. Dizia um biólogo que a paisagem é uma característica ambiental por excelência de um povo. Ela expressa a relação sociedade/natureza de uma civilização. Como já lembrado, há nas cidades heranças paisagísticas naturais que remontam milênios e que estão ameaçadas de destruição pela ocupação urbana. Essas paisagens e esses recursos naturais passam a ser explorados como se fossem mercadorias, cujo valor de uso é depreciado em detrimento do seu valor de troca. Entao, nasa mais lógico: os espaços vazios existentes e que estão ameaçados pela especulação imobiliária devem ser desapropriados para preservação ambiental e uso comum da população.
‘Valério Bronzeado’
A consciência dessa remissa, ou seja, de que há um modelo de crescimento que sufoca a natureza e que leva à insustentabilidade ambiental urbana, faria com que os gestores e legisladores viabilizassem antídotos, disponíveis numa política de preservação do maior numero possível de espaços vazios para transformá-los em áreas verdes, praças, parques, áreas de lazer, bulevares, centros culturais ou outras soluções para o uso coletivo da população. Os planos diretores deveriam ser categóricos quanto à preservação dos espaços vazios e criação de áreas verdes para uma melhor qualidade de vida nas cidades. O ideal seria que o espaço urbano fosse intercalado por extensas áreas arborizadas, locais para caminhadas, ciclovias, lagos, anfiteatros, pontos para contemplação, etc. é sabido que uma área arborizada torna o lugar mais agradável. As árvores trazem sombreamento. Elas purificam o ar, melhoram a estética da paisagem, atraem pássaros e atenuam, sobretudo, a poluição sonora. A criação de extensas áreas verdes é, portanto, a forma de estancar o modelo de crescimento insustentável nas cidades.
Valorização do espaço
Há de se considerar que os recursos naturais valorizam o espaço. Dizia um biólogo que a paisagem é uma característica ambiental por excelência de um povo. Ela expressa a relação sociedade/natureza de uma civilização. Como já lembrado, há nas cidades heranças paisagísticas naturais que remontam milênios e que estão ameaçadas de destruição pela ocupação urbana. Essas paisagens e esses recursos naturais passam a ser explorados como se fossem mercadorias, cujo valor de uso é depreciado em detrimento do seu valor de troca. Entao, nasa mais lógico: os espaços vazios existentes e que estão ameaçados pela especulação imobiliária devem ser desapropriados para preservação ambiental e uso comum da população.
‘Valério Bronzeado’
SONHOS E REALIDADES: A ESCOLHA DE UMA PROFISSÃO
O emprego formal acabou. Faltam vagas no mercado de trabalho. As grandes empresas diminuíram e muito o número de vagas disponíveis e são as pequenas, que tem gerado postos de trabalho. Ainda assim, a oferta de trabalho é infinitamente inferior à procura, além do fato de não preenchimento das vagas, em razão da baixa qualificação dos candidatos.
Noutros casos, a elevada qualificação dos candidatos, torna-se também um entrave.
Daí que:
Um grande entrave é o distanciamento entre o aprendizado do jovem e a realidade exigida pelo mercado. Deveria ocorrer um alinhamento entre as disciplinas e o mercado de trabalho e assim inspirar vocações, despertando talentos e desenvolvendo competências. A escola e a família devem propiciar ao aluno caminhos para o seu auto conhecimento e descoberta da própria personalidade e identidade. Fornecer informações qualificadas e estimular a reflexão, exercendo o mínimo de influencia possível.
“O que você vai ser quando crescer?”
Esta simples pergunta tem que ser feita, ajudando o jovem a despertar os seus sonhos e a capacidade de visualizar o futuro. A indagação resvala também nos pais e educadores, que precisam cada vez mais ter uma linguagem única, para neste momento crucial do jovem, o apoiar a tomar uma decisão e não de forma acomodada, fazer a sua opção profissional, apenas para, por exemplo, agradar á família.
Veja este desafio.
“Rocha & Coelho”
Noutros casos, a elevada qualificação dos candidatos, torna-se também um entrave.
Daí que:
Um grande entrave é o distanciamento entre o aprendizado do jovem e a realidade exigida pelo mercado. Deveria ocorrer um alinhamento entre as disciplinas e o mercado de trabalho e assim inspirar vocações, despertando talentos e desenvolvendo competências. A escola e a família devem propiciar ao aluno caminhos para o seu auto conhecimento e descoberta da própria personalidade e identidade. Fornecer informações qualificadas e estimular a reflexão, exercendo o mínimo de influencia possível.
“O que você vai ser quando crescer?”
Esta simples pergunta tem que ser feita, ajudando o jovem a despertar os seus sonhos e a capacidade de visualizar o futuro. A indagação resvala também nos pais e educadores, que precisam cada vez mais ter uma linguagem única, para neste momento crucial do jovem, o apoiar a tomar uma decisão e não de forma acomodada, fazer a sua opção profissional, apenas para, por exemplo, agradar á família.
Veja este desafio.
“Rocha & Coelho”
SONHEI CONTIGO
Sonhei contigo embora nenhum sonho possa ter habitantes tu, a quem chamo amor, cada ano pudesse trazer um pouco mais de convicção a esta palavra. É verdade o sonho poderá ter feito com que, nesta rarefacção de ambos, a tua presença se impusesse - como se cada gesto do poema te restituisse um corpo que sinto ao dizer o teu nome, confundindo os teus lábios com o rebordo desta chávena de café já frio. Então, bebo-o de um trago o mesmo se pode fazer ao amor, quando entre mim e ti se instalou todo este espaço - terra, água, nuvens, rios e o lago obscuro do tempo que o inverno rouba à transparência da fontes. É isto, porém, que faz com que a solidão não seja mais do que um lugar comum saber que existes, aí, e estar contigo mesmo que só o silêncio me responda quando, uma vez mais te chamo.
Nuno Júdice
Nuno Júdice
SOME PEOPLE
some people never go crazy. me, sometimes I'll lie down behind the couch for 3 or 4 days. they'll find me there. it's Cherub, they'll say, and they pour wine down my throat rub my chest sprinkle me with oils. then, I'll rise with a roar, rant, rage - curse them and the universe as I send them scattering over the lawn. I'll feel much better, sit down to toast and eggs, hum a little tune, suddenly become as lovable as a pink overfed whale. some people never go crazy. what truly horrible lives they must lead.
Charles Bukowski
Charles Bukowski
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