Pouco se sabe de José James, mas quem já topou com o sujeito na Internet ou em lojas de discos, tem a certeza de uma coisa: a musica pop ainda é capaz de surpreender.
Musico baseado em Nova York, meio irlandês, meio panamenho, lançou, em Janeiro, este “The Dreamer” onde, com desenvoltura, vai do soul ao Jazz.
James é negro, magro e tem uma voz marcante, dessas de crooner, como Johnny Hartman. No entanto, canta baixo, sem vibrato, nitidamente inspirado em Chet Baker. Não tem medo de misturar um piano jazzístico sobre uma base drum’n’bass (“Love”), mas a sua praia é mais o jazz.
Com um quarteto faz, como se diz por aí, miséria.
Abra a Mozilla agora e descubra esta fabulosa novidade no:
www.myspace.com/josejamesquartet
(AC)
Blog de opinião pessoal, critica, independente e rigorosa em termos de analise problematica das questões. Convidados a participar cidadãos com um pensamento livre e descomprometido com obrigações de seguidismo politico, social ou religioso. Aqui, neste espaço, cada um continua a ter as suas opções pessoais, de forma livre. Cada um sabe de si!!!
quarta-feira, 7 de maio de 2008
OS 7 ERROS COMPORTAMENTAIS NO SEU AMBIENTE DE TRABALHO
Acordar cedo, arrumar-se, enfrentar quilômetros de congestionamento e, enfim, chegar á empresa, onde acontecerá o convívio ao lado de pessoas totalmente diferentes, durante pelo menos oito horas. O dia-a-dia é árduo, por isso precisa, ao menos, ser prazeroso. Mas nem sempre é possível conviver harmoniosamente com os colegas, infelizmente. São personalidades, pontos de vista, jeitos e manias, tudo muito diferente. Quando não existe respeito, a boa convivência torna-se impossível.
Muitos passam anos incomodados com atitudes desmedidas de outras pessoas; outros não conseguem manter o silencio e reclamam do que não estão de acordo. Resultado: clima tenso e pesado por muito tempo em salas muito pequenas.
Por que isso acontece?
Algumas pessoas têm a tendência de agir como se estivessem sozinhas nas suas próprias casas. O rádio? É ligado e em alto e bom som. O telefone? Serve para ligações particulares, nas quais é possível saber as brigas, os segredos e a programação do fim de semana. O linguajar? É o mesmo utilizado para conversar no happy hour entre amigos íntimos – palavrões e termos impróprios para o ambiente de trabalho. Esses são apenas alguns exemplos dos erros comportamentais mais cometidos dentro das empresas. Erros capazes de desfazer equipes, criar climas tensos e diminuir a produtividade.
Os erros de comportamento são vários e seria até difícil quantificá-los. Mas existem alguns mais recorrentes, especialmente nos ambientes corporativos:
1 – Escutar musica sem fone, e ainda em volume alto;
2 – Utilizar o telefone para assuntos pessoais e ainda falar alto, atrapalhando as pessoas em volta;
3 – Utilizar linguajar impróprio para o ambiente de trabalho;
4 – Fazer comentários de mau gosto sobre os colegas ou subordinados;
5 – Abusar do poder;
6 – Não cuidar do ambiente comum;
7 – Não separar pessoal de profissional.
É bom lembrar que um ambiente corporativo saudável é aquele em que todos respeitam os espaços de cada um. Passamos muitas horas no trabalho e para sermos felizes devemos ter cuidados uns com os outros.
‘Rocha & Coelho’
Muitos passam anos incomodados com atitudes desmedidas de outras pessoas; outros não conseguem manter o silencio e reclamam do que não estão de acordo. Resultado: clima tenso e pesado por muito tempo em salas muito pequenas.
Por que isso acontece?
Algumas pessoas têm a tendência de agir como se estivessem sozinhas nas suas próprias casas. O rádio? É ligado e em alto e bom som. O telefone? Serve para ligações particulares, nas quais é possível saber as brigas, os segredos e a programação do fim de semana. O linguajar? É o mesmo utilizado para conversar no happy hour entre amigos íntimos – palavrões e termos impróprios para o ambiente de trabalho. Esses são apenas alguns exemplos dos erros comportamentais mais cometidos dentro das empresas. Erros capazes de desfazer equipes, criar climas tensos e diminuir a produtividade.
Os erros de comportamento são vários e seria até difícil quantificá-los. Mas existem alguns mais recorrentes, especialmente nos ambientes corporativos:
1 – Escutar musica sem fone, e ainda em volume alto;
2 – Utilizar o telefone para assuntos pessoais e ainda falar alto, atrapalhando as pessoas em volta;
3 – Utilizar linguajar impróprio para o ambiente de trabalho;
4 – Fazer comentários de mau gosto sobre os colegas ou subordinados;
5 – Abusar do poder;
6 – Não cuidar do ambiente comum;
7 – Não separar pessoal de profissional.
É bom lembrar que um ambiente corporativo saudável é aquele em que todos respeitam os espaços de cada um. Passamos muitas horas no trabalho e para sermos felizes devemos ter cuidados uns com os outros.
‘Rocha & Coelho’
QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL, COMO ELA FAZ FALTA
Existe uma unanimidade no mercado de trabalho: qualificação faz muita falta. Essa é uma verdade sentida na pele tanto por profissionais quanto por empregadores.
Os profissionais podem nem notar, talvez imaginando que “apenas um diploma” baste – e pode até mesmo ser um diploma de nível superior. Mas muitos não se dão conta de que chegariam mais longe nas suas carreiras e conseguiriam salários mais atrativos se investissem, direta (pagando do próprio bolso, na medida do possível) ou indiretamente (buscando apoio das empresas em que trabalham), na própria especialização.
As empresas também sentem, talvez mais diretamente, os efeitos da falta de qualificação. No final do ano passado foi divulgado um estudo que revela que apenas 18% dos desempregados têm requisitos necessários para serem absorvidos pelo mercado de trabalho, de mão-de-obra especializada. A realidade aponta que há oportunidades, mas falta gente preparada para aproveitá-las.
Mas, há casos notáveis de programas mantidos por empresas, especialmente de grande porte, visando a qualificação da mão-de-obra. Estas empresas utilizam-se de Institutos, que formam profissionais capacitados para o seu negocio, ou formam parcerias com instituições de ensino.
A educação, é a mãe da qualificação, é a chave de um ciclo virtuoso que inevitavelmente resulta no crescimento do País e na redução das desigualdades sociais. O caminho certo é esse inevitavelmente.
‘Rocha & Coelho’
Os profissionais podem nem notar, talvez imaginando que “apenas um diploma” baste – e pode até mesmo ser um diploma de nível superior. Mas muitos não se dão conta de que chegariam mais longe nas suas carreiras e conseguiriam salários mais atrativos se investissem, direta (pagando do próprio bolso, na medida do possível) ou indiretamente (buscando apoio das empresas em que trabalham), na própria especialização.
As empresas também sentem, talvez mais diretamente, os efeitos da falta de qualificação. No final do ano passado foi divulgado um estudo que revela que apenas 18% dos desempregados têm requisitos necessários para serem absorvidos pelo mercado de trabalho, de mão-de-obra especializada. A realidade aponta que há oportunidades, mas falta gente preparada para aproveitá-las.
Mas, há casos notáveis de programas mantidos por empresas, especialmente de grande porte, visando a qualificação da mão-de-obra. Estas empresas utilizam-se de Institutos, que formam profissionais capacitados para o seu negocio, ou formam parcerias com instituições de ensino.
A educação, é a mãe da qualificação, é a chave de um ciclo virtuoso que inevitavelmente resulta no crescimento do País e na redução das desigualdades sociais. O caminho certo é esse inevitavelmente.
‘Rocha & Coelho’
terça-feira, 6 de maio de 2008
MUITO DISTANTE A CIDADE
Muito distante a cidade o alinhamento em fuga das ruas. Cercada de luz a escura praia-mar das montanhas, até o debrum das últimas encostas até a clareira onde começa o mar. Muito distante do tempo a casa o lugar de morar e estar à vontade Aí o silêncio torna-se muito. Um portão, um caixilho, encontro Imagem e fuga.
Alois Hergouth, trad. Celeste Aida Galeão
Alois Hergouth, trad. Celeste Aida Galeão
O ACTOR DE ESCREVER – O LEITOR
“Existem dois tipos de escritores: aqueles que fazem pensar, e aqueles que fazem sonhar” diz Brian Aldiss, que me fez sonhar por muito tempo com seus livros de ficção cientifica. Pensando em sua frase e em meu oficio, resolvi escrever umas três colunas sobre o tema. Acho, em principio, que todo ser humano neste planeta tem pelo menos uma boa história para contar aos seus semelhantes. A seguir, minhas reflexões sobre alguns itens importantes no processo de criar um texto.
O leitor
O escritor precisa ser, sobretudo, um bom leitor. Aquele que se aferra aos livros acadêmicos, e não lê o que os outros escrevem (e aí não estou falando apenas de livros, mas de blogs, colunas de jornais, etc) jamais irá conhecer as suas próprias qualidades e defeitos.
Portanto, antes de começar qualquer coisa, busque gente que se interessa em dividir a sua experiência através da palavra.
Não digo: “busque outros escritores”.
Digo: encontre pessoas com diferentes habilidades, porque escrever não é diferente de qualquer atividade feita com entusiasmo.
Seus aliados não serão necessariamente aquelas pessoas que todos olham, se deslumbram, e afirmam: “não existe ninguém melhor”. Muito pelo contrario é gente que não tem medo de errar, e portanto erra. Por causa disso, nem sempre o seu trabalho é reconhecido. Mas é este tipo de pessoa que transforma o mundo, e depois de muitos erros consegue acertar algo que fará a diferença completa na sua comunidade.
São pessoas que não podem ficar esperando que as coisas aconteçam, para depois poderem decidir qual a melhor maneira de contá-las: elas decidem à medida que agem, mesmo sabendo que isso pode ser muito arriscado.
Conviver com estas pessoas é importante para um escritor, porque ele precisa entender que antes de colocar-se diante do papel, deve ser livre o bastante para mudar de direção à medida que o seu imaginário viaja. Quando ele termina uma frase, deve dizer para si mesmo: “enquanto escrevia, percorri um longo caminho. Agora termino este parágrafo com a consciência de que arrisquei o bastante, e dei o melhor de mim”.
Os melhores aliados são aqueles que não pensam como os outros. Por isso, enquanto busca os seus companheiros nem sempre visíveis (porque raramente há o encontro entre o leitor e o escritor), acredite na sua intuição, e não ligue para os comentários alheios. As pessoas sempre julgam os outros tendo como modelo as suas próprias limitações – e às vezes a opinião da comunidade é cheia de preconceitos e medos.
Junte-se aos que jamais disseram: “acabou, preciso parar por aqui”. Porque assim como o inverno é seguido da primavera, nada pode acabar: depois de atingir o seu objetivo é necessário recomeçar, sempre usando tudo o que aprendeu no caminho.
Junte-se aos que cantam, contam histórias, desfrutam a vida, e tem alegria nos olhos. Porque a alegria é contagiosa, e sempre consegue impedir que as pessoas se deixem paralisar pela depressão, pela solidão, e pelas dificuldades. E conte a sua história, nem que seja apenas para que a sua família leia.
‘Paulo Coelho’
O leitor
O escritor precisa ser, sobretudo, um bom leitor. Aquele que se aferra aos livros acadêmicos, e não lê o que os outros escrevem (e aí não estou falando apenas de livros, mas de blogs, colunas de jornais, etc) jamais irá conhecer as suas próprias qualidades e defeitos.
Portanto, antes de começar qualquer coisa, busque gente que se interessa em dividir a sua experiência através da palavra.
Não digo: “busque outros escritores”.
Digo: encontre pessoas com diferentes habilidades, porque escrever não é diferente de qualquer atividade feita com entusiasmo.
Seus aliados não serão necessariamente aquelas pessoas que todos olham, se deslumbram, e afirmam: “não existe ninguém melhor”. Muito pelo contrario é gente que não tem medo de errar, e portanto erra. Por causa disso, nem sempre o seu trabalho é reconhecido. Mas é este tipo de pessoa que transforma o mundo, e depois de muitos erros consegue acertar algo que fará a diferença completa na sua comunidade.
São pessoas que não podem ficar esperando que as coisas aconteçam, para depois poderem decidir qual a melhor maneira de contá-las: elas decidem à medida que agem, mesmo sabendo que isso pode ser muito arriscado.
Conviver com estas pessoas é importante para um escritor, porque ele precisa entender que antes de colocar-se diante do papel, deve ser livre o bastante para mudar de direção à medida que o seu imaginário viaja. Quando ele termina uma frase, deve dizer para si mesmo: “enquanto escrevia, percorri um longo caminho. Agora termino este parágrafo com a consciência de que arrisquei o bastante, e dei o melhor de mim”.
Os melhores aliados são aqueles que não pensam como os outros. Por isso, enquanto busca os seus companheiros nem sempre visíveis (porque raramente há o encontro entre o leitor e o escritor), acredite na sua intuição, e não ligue para os comentários alheios. As pessoas sempre julgam os outros tendo como modelo as suas próprias limitações – e às vezes a opinião da comunidade é cheia de preconceitos e medos.
Junte-se aos que jamais disseram: “acabou, preciso parar por aqui”. Porque assim como o inverno é seguido da primavera, nada pode acabar: depois de atingir o seu objetivo é necessário recomeçar, sempre usando tudo o que aprendeu no caminho.
Junte-se aos que cantam, contam histórias, desfrutam a vida, e tem alegria nos olhos. Porque a alegria é contagiosa, e sempre consegue impedir que as pessoas se deixem paralisar pela depressão, pela solidão, e pelas dificuldades. E conte a sua história, nem que seja apenas para que a sua família leia.
‘Paulo Coelho’
PLANETA ACRÍLICO
Não era alucinação. Eu via, realmente, borboletas no jardim do meu prédio. Não creio que tenham passado despercebidas em outras manhãs. Também não me lembro de ter concorrido para que surgissem inesperadamente, geradas do ar finíssimo da madrugada, quando ainda ontem as margaridas pendiam desvalidas em seus caules e os crisântemos vergavam solitários ao vento.
É provável que alguém me condene a petulância de ocupar um espaço de uma publicação jornalística para comentar o prosaico vôo das borboletas sobre o verde particular do meu jardim. Quem não o faria no meu lugar, depois de tantos anos de nunca pressentida ausência?
Vi adejarem os pequenos insetos – e já não sabia que adejavam certas espécies da natureza. A maioria paira em altíssimos vôos, ou contenta-se em rastejar na superfície, quando podia simplesmente andar feito gente.
A principio julguei que as borboletas não passavam de uma impressão imaginosa do mundo. Uma fantasia, talvez, do mercado produtor, sequioso de clientes, e falando em sua linguagem metafórica de propaganda. Quem sabe, um novo equipamento eletrônico guiado por controle remoto, obra de alguma criança adestrada, ou graça de certos adultos.
Mas, eram reais as coloridas asas que flutuavam sobre os tinhões e as dálias. Liberadas de esquecidos quintais da infância, volteavam sobre as plantas, como se quisessem combater o artificial das cores sintéticas, das películas de plástico e das emoções de laboratório.
Lembro-me da frase de Sartre, citada, por todo o mundo: “Lês hommes ont perdu leur propre enfance”. Mas, quando se perde a infância, muitos acessórios da maturidade desaparecem com ela. Quer dizer, as pessoas só perdem, o que realmente, amam, e só encontram o que não queriam achar.
Neste mundo de acrílico, iluminado por mil sóis de néon o natural parece grotesco. E os homens, por terem perdido a própria infância, já não se lembram das cores originais da vida. Como eu, que não me dava conta da existência de borboletas verdadeiras, alimentadas de pólen e não movidas a controle remoto.
‘Luiz Augusto Crispim’
É provável que alguém me condene a petulância de ocupar um espaço de uma publicação jornalística para comentar o prosaico vôo das borboletas sobre o verde particular do meu jardim. Quem não o faria no meu lugar, depois de tantos anos de nunca pressentida ausência?
Vi adejarem os pequenos insetos – e já não sabia que adejavam certas espécies da natureza. A maioria paira em altíssimos vôos, ou contenta-se em rastejar na superfície, quando podia simplesmente andar feito gente.
A principio julguei que as borboletas não passavam de uma impressão imaginosa do mundo. Uma fantasia, talvez, do mercado produtor, sequioso de clientes, e falando em sua linguagem metafórica de propaganda. Quem sabe, um novo equipamento eletrônico guiado por controle remoto, obra de alguma criança adestrada, ou graça de certos adultos.
Mas, eram reais as coloridas asas que flutuavam sobre os tinhões e as dálias. Liberadas de esquecidos quintais da infância, volteavam sobre as plantas, como se quisessem combater o artificial das cores sintéticas, das películas de plástico e das emoções de laboratório.
Lembro-me da frase de Sartre, citada, por todo o mundo: “Lês hommes ont perdu leur propre enfance”. Mas, quando se perde a infância, muitos acessórios da maturidade desaparecem com ela. Quer dizer, as pessoas só perdem, o que realmente, amam, e só encontram o que não queriam achar.
Neste mundo de acrílico, iluminado por mil sóis de néon o natural parece grotesco. E os homens, por terem perdido a própria infância, já não se lembram das cores originais da vida. Como eu, que não me dava conta da existência de borboletas verdadeiras, alimentadas de pólen e não movidas a controle remoto.
‘Luiz Augusto Crispim’
THE FORGOTTEN DIALECT OF THE HEART
How astonishing it is that language can almost mean, and frightening that it does not quite. Love, we say, God, we say, Rome and Michiko, we write, and the words get it all wrong. We say bread and it means according to which nation. French has no word for home, and we have no word for strict pleasure. A people in northern India is dying out because their ancient tongue has no words for endearment. I dream of lost vocabularies that might express some of what we no longer can. Maybe the Etruscan texts would finally explain why the couples on their tombs are smiling. And maybe not. When the thousands of mysterious Sumerian tablets were translated, they seemed to be business records. But what if they are poems or psalms? My joy is the same as twelve Ethiopian goats standing silent in the morning light. O Lord, thou art slabs of salt and ingots of copper, as grand as ripe barley lithe under the wind's labor. Her breasts are six white oxen loaded with bolts of long-fibered Egyptian cotton. My love is a hundred pitchers of honey. Shiploads of thuya are what my body wants to say to your body. Giraffes are this desire in the dark. Perhaps the spiral Minoan script is not laguage but a map. What we feel most has no name but amber, archers, cinnamon, horses, and birds.
Jack Gilbert
Jack Gilbert
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