Bebo água e silêncio como se estivesse lavando a candelária e acendo um poema em cada canto da casa queimando álibis como incensos com claro, perfume de ângulos e ácaros. Engulo meus próprios olhos numa refeição lívida sem mais nada para pôr sobre a toalha da mesa e saio pela palavra porta rangendo as dobradiças da paisagem na abissal tristeza de um país baldio que nos esquece como guarda-chuvas.
Chagas Correia
Blog de opinião pessoal, critica, independente e rigorosa em termos de analise problematica das questões. Convidados a participar cidadãos com um pensamento livre e descomprometido com obrigações de seguidismo politico, social ou religioso. Aqui, neste espaço, cada um continua a ter as suas opções pessoais, de forma livre. Cada um sabe de si!!!
segunda-feira, 12 de maio de 2008
ESPECIAL - PENSAMENTOS SOBRE MÃE
Mãe; a palavra mais ela pronunciada pelo humano.
Kahil Gibran
A mão que move ao berço é a mão que manda no mundo.
W.S. Ross
Para os ouvidos de uma criança, MÃE, é palavra mágica em qualquer língua.
Arlene Benedict
A força da maternidade é maior que as leis da natureza.
Bárbara Kingsolver
Mãe é aquela pessoa com quem contamos para as coisas que importam acima de tudo.
Katherine utler Hathaway
Eu me lembro das preces da minha mãe e elas tem sempre me acompanhado. Elas se uniram a mim durante toda a minha vida.
Abraham Lincolm
Minha mãe foi a mulher mais bela que jamais conheci. Todo o que sou, se o devo é a minha mãe. Atribuo todos os meus sucessos nesta vida ao ensino moral, intelectual e físico que recebi dela.
George Washington
Uma mãe entende mesmo o que um filho não diz.
Provérbio Judeu
Os homens são o que suas mães fizeram deles.
Ralph Waldo Emerson
O amor de mãe é o combustível que lhe permite aum ser humano fazer o impossível.
Marion C. Garretty
Mães são filósofos instintivos.
Harriet Becher Stowe
Kahil Gibran
A mão que move ao berço é a mão que manda no mundo.
W.S. Ross
Para os ouvidos de uma criança, MÃE, é palavra mágica em qualquer língua.
Arlene Benedict
A força da maternidade é maior que as leis da natureza.
Bárbara Kingsolver
Mãe é aquela pessoa com quem contamos para as coisas que importam acima de tudo.
Katherine utler Hathaway
Eu me lembro das preces da minha mãe e elas tem sempre me acompanhado. Elas se uniram a mim durante toda a minha vida.
Abraham Lincolm
Minha mãe foi a mulher mais bela que jamais conheci. Todo o que sou, se o devo é a minha mãe. Atribuo todos os meus sucessos nesta vida ao ensino moral, intelectual e físico que recebi dela.
George Washington
Uma mãe entende mesmo o que um filho não diz.
Provérbio Judeu
Os homens são o que suas mães fizeram deles.
Ralph Waldo Emerson
O amor de mãe é o combustível que lhe permite aum ser humano fazer o impossível.
Marion C. Garretty
Mães são filósofos instintivos.
Harriet Becher Stowe
sábado, 10 de maio de 2008
MAMÃE…
Na magia do teu senso de ternura, tens sido companheira, mesmo à distância, assim te vejo desde a minha infância, com um sorriso nos lábios, com candura.
Tentei falar-te, mas não conseguindo, vou escrever o que estou sentindo.
Para mim um desafio, um novo teste:
Como um Anjo; vens velando o meu destino, aquecendo o meu coração no desatino.
Mamãe: desceste de um balão celeste!
Tens o domínio e a grande ciência de saber e a todos escutar.
Trazes; atada à cintura, a paciência, sem fazeres do trabalho; o teu cansar.
Como ave conhecendo os ares, tens sido Guardiã de nossos lares investindo no Amor, na Fé, na Fortaleza, não obstante o não conhecimento imbatível nas horas da tristeza, da inveja, da traição, do sofrimento.
As nossas magoas, tu as ouves silenciosa, porque possuis o dom da alquimia, transformando nossa dor em alegria, desculpando nossa vida silenciosa.
Dentro de ti há uma luz incandescente, pois eu me lembro de, quando estive doente, sentir minha vida se apagar, tua presença constante me ergueu, e aquela chaga em mim não mais doeu, e voltei novamente a enxergar.
Se, um dia, eu te deixei sozinha, quase a dispensar-te de minha pauta, hoje reconheço toda a falta e te peço perdão, minha mãezinha!
Sou pequena para ver tua grandeza, meu proceder não se compara ao teu encanto.
Tu me embalas-te, em criança, com o teu canto; em teu carinho, sempre encontrei firmeza; banhaste-me no mar da tua bonança, enfeitaste-me com a jóia da coragem.
Não sendo vento, oeste minha aragem.
Abriste-me o céu da confiança.
Como aprendi com teu manto de pureza!
E descansei sob o teu doce aconchego.
Em ti jamais percebi moleza, soubeste sempre transluzir sossego.
Mesmo te vendo no isolamento, coberta de: dor e de sofrimento, sustentaste a bandeira da esperança, e o teu dedo de decisões sempre em riste jamais arrefeceu a confiança.
Mamãe, a tua clonagem não existe!
‘Magna Celi’
Em 1993, eu dirigia como diretor de campanha, e ao mesmo tempo mandatário e candidato a deputado municipal, uma campanha política, para umas duríssimas eleições autárquicas no Concelho do Barreiro, e foi no decorrer de uma reunião, a meio de mais uma, de tantas outras noites de trabalho político, que recebi a noticia da sua partida oficial.
Chegaram a perguntar-me o que eu ainda fazia ali, perante a situação, ao que respondi: que para mim a morte, não é mais do que uma mudança de estado, e que nada fica igual, mas também nada muda o nosso destino, sempre que se queira tentar fugir dele.
Podemos tentar melhorar o destino, agora alterar o mesmo de forma total e radical...
Claro que conduzi a reunião até ao seu final, e muito poucos dos presentes na sala, naquela noite, souberam o que tinha realmente acontecido, acho mesmo que tirando o portador da noticia, e mais uma ou duas pessoas presentes, mais ninguém se apercebeu do que realmente ele, Francisco Mendes Costa, me tinha segredado ao ouvido, ao entrar na sala; e deparar comigo a dirigir aquela reunião sabendo o que tinha acontecido horas antes.
É por isso que fiquei maravilhado á poucos dias, ao poder assistir a uma reportagem televisiva sobre a uma ultima aula de um Professor Universitário dos EUA, a quem diagnosticaram câncer do pâncreas e deram no máximo 6 meses de vida.
Ele ministrou, a sua ultima aula, falando de: vida, de futuro, de querer, de organização, e até se deu ao luxo de brincar com os presentes, fazendo flexões no solo, só com um braço, e depois com o outro, para provar que estava, naquele momento, bem melhor e mais ágil que alguns que estavam ali sentados naquele anfiteatro, assistindo aquela sua derradeira aula enquanto professor na terra.
Fiquei maravilhado e feliz, porque percebi que no Mundo não sou o único a pensar assim, sobre a importância da vida até ao último momento, como vida vivida...
E que ninguém duvide, que; se eu tiver a oportunidade de saber o dia em que mudo de estado, não farei tudo o que estiver ao meu alcance, para poder escrever aqui, e nos outros espaços que tenho na Internet; umas últimas linhas para vocês, meus amigos, com um caloroso, obrigado final, e até...
Digo partida oficial da minha mãe, nesse dia de 1993, pois que a partida real, para mim, já tinha acontecido dois anos antes, quando pela última vez escutei a sua melodiosa voz, sair daquela boca ornada com finos lábios. Depois; bom depois ali ficou; ligada a uma máquina, como um vegetal, ou um motor elétrico sem autonomia, a quem se recusam a cortar o caule, ou a desligar a tomada, mesmo depois de tantos pedidos pessoais. Pedidos para que alguém que foi realmente; um poço de energia. E uma doçura de pessoa em vida, não tivesse quase como castigo final, aqueles momentos de exposição desnecessária e incompreensível, aos olhos de alguém que acredita que a vida é para ser vivida, enquanto vida, depois é só mais uma transformação, pois que nada se cria, nada se perde, e tudo, mas mesmo tudo se transforma.
Eu não tenho vergonha de dizer e assumir que enquanto esteve ligada á, máquina, eu jamais passei da porta do serviço de internamento para dentro.
A Libânia, aquela mulher tão importante para mim, que partiu fisicamente nesse dia, mas que realmente se mantém inabalavelmente ao meu lado até ao dia de hoje, em memória nunca esquecida, é um dos seres mais importantes, se não o mais importante, que passaram pela minha vida.
E se falo de quem já se transformou, e foi deveras importante, pois não posso esquecer, para que possam sorrir e até pensar que posso ser um louco, que tenho alguns Seres importantes que já partiram, talvez até já demais para o meu gosto, nesta altura do campeonato da minha vida. E que se não chorei por minha mãe, pelo contrario o fiz noutras ocasiões, e até mesmo por um cão, pastor Serra da Estrela, “Lord” que foi o mais fiel Ser que conheci até hoje na minha vida, e partiu comigo agarrado a ele, numa tarde de um malfadado dia 20 de Agosto. Esse dia tão especial na minha vida, no destino da minha vida, e que tantos acontecimentos, nada bons me tem trazido ao longo do tempo.
Nunca fui menino de Mamãe, fui até muito independente, mas sempre soube respeitar a sua importância, na minha formação enquanto homem. Foi também ela, entre outras determinações, quem apoio de modo empenhado a minha aventura de conhecer a Europa com uma mochila ás costa nos idos anos 80. E por lá andar largos meses em 1984 e 1985, e foi também ela que me transmitiu grande parte da minha quota de 50% de raízes pátrias italianas, sangue que jamais reneguei correr nas minhas veias, e que até fazem de mim; um adepto da “Squadra Azurra”, incontido, e reconheço que por vezes deveras exuberante nos festejos de tantas conquistas, e melancólico na tristeza das derrotas, mas sempre respeitador da noção de que a vida é para ser vivida e construída de preferência de pequenas derrotas e de grandes vitórias, mesmo que sejam poucas em quantidade, mas que tenham a força da qualidade.
O dia da mãe, não tem assim para mim um significado especial, é simplesmente um dia...
Seria assim mais um dia, entre tanto, em que telefonaria, para perguntar como estava. Hoje o telefone não pode tocar mais...
Para mim é todos os dias, eis então uma das tais vitórias com a força da qualidade, porque parecendo impossível, muito raro é o dia em que não me vem á memória algo de importante transmitido por essa terna e muito tranqüila mulher, que foi a minha mãe.
Dizer que ao acompanhar o seu corpo no dia do funeral, o fiz com a certeza plena, de que ali já nada restava dela enquanto pessoa, mas só um símbolo, por isso, e como nunca a abandonei, fui até junto da cova final, mas ao contrario de todo o mundo que ficou ali especado, eu não fiquei para ver descer o esquife, ou jogar uma mão cheia de terra. Virei costas e totalmente só, me vim embora, sem olhar sequer para trás, como até hoje faço, quando realmente não mais quero esquecer alguém ou algo importante.
Olhar para trás, é despedir, é dizer adeus, é ter remorsos. E eu detesto despedidas por isso gosto de partir sempre só...
Quando parti, nessa tarde, do Cemitério da Vila Chã no Barreiro, um pouco dela veio, no entanto; junto comigo. Ela veio; a parte importante dela veio, e se mantém, até hoje, bem junto de mim, pois que as ossadas que restam numa gaveta mortuária, com deliberada intenção sem qualquer foto exterior dela, não são mais do que a recordação física da armação do corpo que um dia foi o seu.
Quem sabe um dia mude de idéias e coloque lá uma foto sua, para identificar as ossadas á imagem anterior...
Hoje, tal como ontem e como amanhã, se aqui ainda estiver, só posso pensar, e imaginar os meus lábios articularem um:
Obrigado, Libânia por mais um dia de amizade...
Um beijo mamãe!...
Tentei falar-te, mas não conseguindo, vou escrever o que estou sentindo.
Para mim um desafio, um novo teste:
Como um Anjo; vens velando o meu destino, aquecendo o meu coração no desatino.
Mamãe: desceste de um balão celeste!
Tens o domínio e a grande ciência de saber e a todos escutar.
Trazes; atada à cintura, a paciência, sem fazeres do trabalho; o teu cansar.
Como ave conhecendo os ares, tens sido Guardiã de nossos lares investindo no Amor, na Fé, na Fortaleza, não obstante o não conhecimento imbatível nas horas da tristeza, da inveja, da traição, do sofrimento.
As nossas magoas, tu as ouves silenciosa, porque possuis o dom da alquimia, transformando nossa dor em alegria, desculpando nossa vida silenciosa.
Dentro de ti há uma luz incandescente, pois eu me lembro de, quando estive doente, sentir minha vida se apagar, tua presença constante me ergueu, e aquela chaga em mim não mais doeu, e voltei novamente a enxergar.
Se, um dia, eu te deixei sozinha, quase a dispensar-te de minha pauta, hoje reconheço toda a falta e te peço perdão, minha mãezinha!
Sou pequena para ver tua grandeza, meu proceder não se compara ao teu encanto.
Tu me embalas-te, em criança, com o teu canto; em teu carinho, sempre encontrei firmeza; banhaste-me no mar da tua bonança, enfeitaste-me com a jóia da coragem.
Não sendo vento, oeste minha aragem.
Abriste-me o céu da confiança.
Como aprendi com teu manto de pureza!
E descansei sob o teu doce aconchego.
Em ti jamais percebi moleza, soubeste sempre transluzir sossego.
Mesmo te vendo no isolamento, coberta de: dor e de sofrimento, sustentaste a bandeira da esperança, e o teu dedo de decisões sempre em riste jamais arrefeceu a confiança.
Mamãe, a tua clonagem não existe!
‘Magna Celi’
Em 1993, eu dirigia como diretor de campanha, e ao mesmo tempo mandatário e candidato a deputado municipal, uma campanha política, para umas duríssimas eleições autárquicas no Concelho do Barreiro, e foi no decorrer de uma reunião, a meio de mais uma, de tantas outras noites de trabalho político, que recebi a noticia da sua partida oficial.
Chegaram a perguntar-me o que eu ainda fazia ali, perante a situação, ao que respondi: que para mim a morte, não é mais do que uma mudança de estado, e que nada fica igual, mas também nada muda o nosso destino, sempre que se queira tentar fugir dele.
Podemos tentar melhorar o destino, agora alterar o mesmo de forma total e radical...
Claro que conduzi a reunião até ao seu final, e muito poucos dos presentes na sala, naquela noite, souberam o que tinha realmente acontecido, acho mesmo que tirando o portador da noticia, e mais uma ou duas pessoas presentes, mais ninguém se apercebeu do que realmente ele, Francisco Mendes Costa, me tinha segredado ao ouvido, ao entrar na sala; e deparar comigo a dirigir aquela reunião sabendo o que tinha acontecido horas antes.
É por isso que fiquei maravilhado á poucos dias, ao poder assistir a uma reportagem televisiva sobre a uma ultima aula de um Professor Universitário dos EUA, a quem diagnosticaram câncer do pâncreas e deram no máximo 6 meses de vida.
Ele ministrou, a sua ultima aula, falando de: vida, de futuro, de querer, de organização, e até se deu ao luxo de brincar com os presentes, fazendo flexões no solo, só com um braço, e depois com o outro, para provar que estava, naquele momento, bem melhor e mais ágil que alguns que estavam ali sentados naquele anfiteatro, assistindo aquela sua derradeira aula enquanto professor na terra.
Fiquei maravilhado e feliz, porque percebi que no Mundo não sou o único a pensar assim, sobre a importância da vida até ao último momento, como vida vivida...
E que ninguém duvide, que; se eu tiver a oportunidade de saber o dia em que mudo de estado, não farei tudo o que estiver ao meu alcance, para poder escrever aqui, e nos outros espaços que tenho na Internet; umas últimas linhas para vocês, meus amigos, com um caloroso, obrigado final, e até...
Digo partida oficial da minha mãe, nesse dia de 1993, pois que a partida real, para mim, já tinha acontecido dois anos antes, quando pela última vez escutei a sua melodiosa voz, sair daquela boca ornada com finos lábios. Depois; bom depois ali ficou; ligada a uma máquina, como um vegetal, ou um motor elétrico sem autonomia, a quem se recusam a cortar o caule, ou a desligar a tomada, mesmo depois de tantos pedidos pessoais. Pedidos para que alguém que foi realmente; um poço de energia. E uma doçura de pessoa em vida, não tivesse quase como castigo final, aqueles momentos de exposição desnecessária e incompreensível, aos olhos de alguém que acredita que a vida é para ser vivida, enquanto vida, depois é só mais uma transformação, pois que nada se cria, nada se perde, e tudo, mas mesmo tudo se transforma.
Eu não tenho vergonha de dizer e assumir que enquanto esteve ligada á, máquina, eu jamais passei da porta do serviço de internamento para dentro.
A Libânia, aquela mulher tão importante para mim, que partiu fisicamente nesse dia, mas que realmente se mantém inabalavelmente ao meu lado até ao dia de hoje, em memória nunca esquecida, é um dos seres mais importantes, se não o mais importante, que passaram pela minha vida.
E se falo de quem já se transformou, e foi deveras importante, pois não posso esquecer, para que possam sorrir e até pensar que posso ser um louco, que tenho alguns Seres importantes que já partiram, talvez até já demais para o meu gosto, nesta altura do campeonato da minha vida. E que se não chorei por minha mãe, pelo contrario o fiz noutras ocasiões, e até mesmo por um cão, pastor Serra da Estrela, “Lord” que foi o mais fiel Ser que conheci até hoje na minha vida, e partiu comigo agarrado a ele, numa tarde de um malfadado dia 20 de Agosto. Esse dia tão especial na minha vida, no destino da minha vida, e que tantos acontecimentos, nada bons me tem trazido ao longo do tempo.
Nunca fui menino de Mamãe, fui até muito independente, mas sempre soube respeitar a sua importância, na minha formação enquanto homem. Foi também ela, entre outras determinações, quem apoio de modo empenhado a minha aventura de conhecer a Europa com uma mochila ás costa nos idos anos 80. E por lá andar largos meses em 1984 e 1985, e foi também ela que me transmitiu grande parte da minha quota de 50% de raízes pátrias italianas, sangue que jamais reneguei correr nas minhas veias, e que até fazem de mim; um adepto da “Squadra Azurra”, incontido, e reconheço que por vezes deveras exuberante nos festejos de tantas conquistas, e melancólico na tristeza das derrotas, mas sempre respeitador da noção de que a vida é para ser vivida e construída de preferência de pequenas derrotas e de grandes vitórias, mesmo que sejam poucas em quantidade, mas que tenham a força da qualidade.
O dia da mãe, não tem assim para mim um significado especial, é simplesmente um dia...
Seria assim mais um dia, entre tanto, em que telefonaria, para perguntar como estava. Hoje o telefone não pode tocar mais...
Para mim é todos os dias, eis então uma das tais vitórias com a força da qualidade, porque parecendo impossível, muito raro é o dia em que não me vem á memória algo de importante transmitido por essa terna e muito tranqüila mulher, que foi a minha mãe.
Dizer que ao acompanhar o seu corpo no dia do funeral, o fiz com a certeza plena, de que ali já nada restava dela enquanto pessoa, mas só um símbolo, por isso, e como nunca a abandonei, fui até junto da cova final, mas ao contrario de todo o mundo que ficou ali especado, eu não fiquei para ver descer o esquife, ou jogar uma mão cheia de terra. Virei costas e totalmente só, me vim embora, sem olhar sequer para trás, como até hoje faço, quando realmente não mais quero esquecer alguém ou algo importante.
Olhar para trás, é despedir, é dizer adeus, é ter remorsos. E eu detesto despedidas por isso gosto de partir sempre só...
Quando parti, nessa tarde, do Cemitério da Vila Chã no Barreiro, um pouco dela veio, no entanto; junto comigo. Ela veio; a parte importante dela veio, e se mantém, até hoje, bem junto de mim, pois que as ossadas que restam numa gaveta mortuária, com deliberada intenção sem qualquer foto exterior dela, não são mais do que a recordação física da armação do corpo que um dia foi o seu.
Quem sabe um dia mude de idéias e coloque lá uma foto sua, para identificar as ossadas á imagem anterior...
Hoje, tal como ontem e como amanhã, se aqui ainda estiver, só posso pensar, e imaginar os meus lábios articularem um:
Obrigado, Libânia por mais um dia de amizade...
Um beijo mamãe!...
O PODER DOS PENSAMENTOS – 1
O pensamento é mais sutil do que o éter, o meio condutor da eletricidade. A sua própria mente é como um aparelho de rádio que recebe as mensagens e canções através das ondas de rádio. Uma pessoa que tenha equilíbrio, paz, harmonia difunde pelo mundo pensamentos de harmonia e produzem nas pessoas sentimentos iguais de paz e harmonia. Da mesma maneira, pessoas com a mente repleta de ódio, raiva, inveja, difundem pensamentos negativos que entram nas mentes das pessoas, produzindo pensamentos e sentimentos iguais de violência e de conflitos.
Você pode mover o mundo através do poder do pensamento. Ele possui enorme força. Pode ser transmitido de pessoa a pessoa. Você tem o seu mundo de pensamentos. A cada momento está rejeitando alguns e, absorvendo outros no mundo do pensamento.
O pensamento é tão sólido como uma pedra. Tem forma, tamanho, peso, estrutura, cor, qualidade e tem um poder incrível. É uma força dinâmica. Pode curar doenças.pode mudar a mentalidade das pessoas. Quanto mais for o pensamento, mais rapidamente ele frutifica. É uma força muito refinada.
Cultive sempre pensamentos puros e elevados, pois os seus pensamentos e sentimentos são como mensagens radiofônicas, transmitidas através do éter e captados por outras pessoas. Com os seus pensamentos sublimes e positivos, você ajuda os outros que estejam perto ou mesmo longe.
A velocidade do pensamento é incalculável. O pensamento viaja, se propaga rapidamente, instantaneamente. O pensamento passa de uma pessoa para outra. Influencia as pessoas e pode criar sentimentos bons ou ruins nas mentes dos outros indivíduos.
Assim como você faz exercícios para o corpo, para manter a saúde física, precisa manter a saúde mental, cultivando pensamentos positivos e elevados, relaxando a mente, mantendo o bom humor, observando a mente e não permitindo que pensamentos perturbem a paz.
‘Brígida Brito’
Você pode mover o mundo através do poder do pensamento. Ele possui enorme força. Pode ser transmitido de pessoa a pessoa. Você tem o seu mundo de pensamentos. A cada momento está rejeitando alguns e, absorvendo outros no mundo do pensamento.
O pensamento é tão sólido como uma pedra. Tem forma, tamanho, peso, estrutura, cor, qualidade e tem um poder incrível. É uma força dinâmica. Pode curar doenças.pode mudar a mentalidade das pessoas. Quanto mais for o pensamento, mais rapidamente ele frutifica. É uma força muito refinada.
Cultive sempre pensamentos puros e elevados, pois os seus pensamentos e sentimentos são como mensagens radiofônicas, transmitidas através do éter e captados por outras pessoas. Com os seus pensamentos sublimes e positivos, você ajuda os outros que estejam perto ou mesmo longe.
A velocidade do pensamento é incalculável. O pensamento viaja, se propaga rapidamente, instantaneamente. O pensamento passa de uma pessoa para outra. Influencia as pessoas e pode criar sentimentos bons ou ruins nas mentes dos outros indivíduos.
Assim como você faz exercícios para o corpo, para manter a saúde física, precisa manter a saúde mental, cultivando pensamentos positivos e elevados, relaxando a mente, mantendo o bom humor, observando a mente e não permitindo que pensamentos perturbem a paz.
‘Brígida Brito’
TU ÉS O IMPORTANTE
Não me importo que transcrevas para
O meu corpo incauto a experiência dos teus gestos.
Importava-me, sim, que partisses.
Que pintasses de preto a cor que deste à minha vida.
Que ofuscasses o brilho do meu sorriso.
Que te desviasses do sentido do meu olhar.
Que fugisses do meu abraço.
Que arrefecesses o calor que me provocas.
Que me impedisses de atracar na minha marina, que és tu.
Que te procurasse e não te encontrasse.
Que esperasse que o teu corpo, vergado ao meu,
O cumprimentasse, com beijos leves,
Suaves, que, à medida que se soltam,
Transformam a textura da minha pele
Em pêlos eriçados, arrepiados; e não aparecesses.
Magoava-me, sim, se deixasses de me provocar
Uma sede insaciável por te ver,
Ouvir, tocar, sentir, provar.
Uma vontade que caminha a par
Do ritmo com que me vais desnudando,
Espalhando as minhas (e tuas) roupas
Por um sítio qualquer que se torna cúmplice.
Desiludia-me se os meus seios, à medida da tua mão,
Não endurecessem, gritantes pelo toque dos teus dedos.
Morria, se passasse a desconhecer o sabor dos teus beijos.
Se deixasse de misturar a tua saliva com a minha.
Se me agoniasse com o teu cheiro.
Se desaprendesse os passos da nossa dança.
Se desafinasse nos sons expulsos pelas nossas gargantas.
Se os meus olhos não procurassem os teus
No momento em que as nossas mãos se pegam,
Tu me penetras, os abdominais se contraem,
Os músculos se apertam, os nossos sexos se encaixam,
Prontos para se desprenderem só com a visita da alvorada
Que de manso chega e denuncia os horários a cumprir…
E nós, entranhados um no outro,
Nem nos apercebemos que a noite foi curta, ingrata,
Para acolher o desfile de sentidos.
In: Gosto e Contra Gosto
O meu corpo incauto a experiência dos teus gestos.
Importava-me, sim, que partisses.
Que pintasses de preto a cor que deste à minha vida.
Que ofuscasses o brilho do meu sorriso.
Que te desviasses do sentido do meu olhar.
Que fugisses do meu abraço.
Que arrefecesses o calor que me provocas.
Que me impedisses de atracar na minha marina, que és tu.
Que te procurasse e não te encontrasse.
Que esperasse que o teu corpo, vergado ao meu,
O cumprimentasse, com beijos leves,
Suaves, que, à medida que se soltam,
Transformam a textura da minha pele
Em pêlos eriçados, arrepiados; e não aparecesses.
Magoava-me, sim, se deixasses de me provocar
Uma sede insaciável por te ver,
Ouvir, tocar, sentir, provar.
Uma vontade que caminha a par
Do ritmo com que me vais desnudando,
Espalhando as minhas (e tuas) roupas
Por um sítio qualquer que se torna cúmplice.
Desiludia-me se os meus seios, à medida da tua mão,
Não endurecessem, gritantes pelo toque dos teus dedos.
Morria, se passasse a desconhecer o sabor dos teus beijos.
Se deixasse de misturar a tua saliva com a minha.
Se me agoniasse com o teu cheiro.
Se desaprendesse os passos da nossa dança.
Se desafinasse nos sons expulsos pelas nossas gargantas.
Se os meus olhos não procurassem os teus
No momento em que as nossas mãos se pegam,
Tu me penetras, os abdominais se contraem,
Os músculos se apertam, os nossos sexos se encaixam,
Prontos para se desprenderem só com a visita da alvorada
Que de manso chega e denuncia os horários a cumprir…
E nós, entranhados um no outro,
Nem nos apercebemos que a noite foi curta, ingrata,
Para acolher o desfile de sentidos.
In: Gosto e Contra Gosto
quinta-feira, 8 de maio de 2008
UM BEIJO ROUBADO
“Um Beijo roubado” (My Blueberry Nights). O chines Wong Kar-Wai encantou os cinefilos com a sensibilidade e beleza de filmes como “Amor à Flor da Pele” (2000) e “2046 – Os Segredos do Amor” (2004).
“Um beijo Roubado” é o seu primeiro filme nos Estados Unidos, e ele já surpreendeu ao escalar a cantora Norah Jones para o papel principal. Também no elenco, Jude Law, Natalie Portman e Rachel Weisz.
“Um beijo Roubado” é o seu primeiro filme nos Estados Unidos, e ele já surpreendeu ao escalar a cantora Norah Jones para o papel principal. Também no elenco, Jude Law, Natalie Portman e Rachel Weisz.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
THE DREAMER
Pouco se sabe de José James, mas quem já topou com o sujeito na Internet ou em lojas de discos, tem a certeza de uma coisa: a musica pop ainda é capaz de surpreender.
Musico baseado em Nova York, meio irlandês, meio panamenho, lançou, em Janeiro, este “The Dreamer” onde, com desenvoltura, vai do soul ao Jazz.
James é negro, magro e tem uma voz marcante, dessas de crooner, como Johnny Hartman. No entanto, canta baixo, sem vibrato, nitidamente inspirado em Chet Baker. Não tem medo de misturar um piano jazzístico sobre uma base drum’n’bass (“Love”), mas a sua praia é mais o jazz.
Com um quarteto faz, como se diz por aí, miséria.
Abra a Mozilla agora e descubra esta fabulosa novidade no:
www.myspace.com/josejamesquartet
(AC)
Musico baseado em Nova York, meio irlandês, meio panamenho, lançou, em Janeiro, este “The Dreamer” onde, com desenvoltura, vai do soul ao Jazz.
James é negro, magro e tem uma voz marcante, dessas de crooner, como Johnny Hartman. No entanto, canta baixo, sem vibrato, nitidamente inspirado em Chet Baker. Não tem medo de misturar um piano jazzístico sobre uma base drum’n’bass (“Love”), mas a sua praia é mais o jazz.
Com um quarteto faz, como se diz por aí, miséria.
Abra a Mozilla agora e descubra esta fabulosa novidade no:
www.myspace.com/josejamesquartet
(AC)
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